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Taubaté (SP) - HR realiza II Simpósio de enfermagem
 


 

Com o tema ‘Terapia Intensiva: Caminhos na Multidisciplinaridade’, evento foi realizado em 2 dias e reuniu profissionais da região.


O II Simpósio de Enfermagem do Hospital Regional trouxe diversas palestras e discussões. No primeiro dia do evento foi abordada a importância da ação da equipe multidisciplinar na terapia intensiva. Na palestra de abertura, ministrada pelo médico intensivista e da Qualidade, Dr. Izac Alessandro, a atuação da equipe multidisciplinar teve destaque. “A ação multidisciplinar tem um grande impacto no atendimento. É importante saber integrar o seu conhecimento com o conhecimento do seu colega, com um único objetivo em comum, que é a recuperação do paciente”, pontuou.


Outros profissionais da área da saúde, como enfermagem, nutrição, fonoaudiologia e odontologia também integraram os debates do primeiro dia. A palestra ‘Comunicação: O segredo do sucesso’, da consultora Eliana Araújo, falou sobre a importância da comunicação assertiva para os profissionais. “80% dos problemas nas organizações são causados pela deficiência na comunicação e 90% do sucesso de qualquer projeto depende da comunicação. Para melhorar sua comunicação é necessário mudar seu pensamento, comunicar é uma decisão, ser feliz e ter sucesso também”, explicou.


Já no segundo dia de Simpósio, as palestras de destaque foram: ‘Autonomia do paciente’, da Coordenadora das UTI’s, Dra. Márcia Gomes e ‘Cuidados de Fim da vida’, da médica paliativista, Dra. Gláucia Ribeiro. Na primeira palestra, Dra. Márcia Gomes discorreu sobre a origem da medicina, que antigamente não costumava consultar o paciente sobre a sua doença. “Essa é uma ideia paternalista na medicina, em que o paciente ficava à margem de seu tratamento. Mas essa relação entre médico e paciente está mudando ao longo dos anos. Hoje o paciente tem mais autonomia, prova são os termos de consentimento”.


Na palestra sobre cuidados de fim da vida, Dra. Gláucia Riberio destacou que o profissional de saúde, às vezes, também é um mensageiro de más notícias. “Durante nossa formação aprendemos a curar, resgatar a saúde, mas nem sempre podemos curar. Nosso dever é acompanhar o paciente em toda sua trajetória, mesmo que não haja cura”, pontuou. Ela também destacou a importância de saber se comunicar com o paciente e seus familiares, “Se a sua comunicação for adequada, os familiares nunca mais te esquecerão, se não for, nunca te perdoarão. Nós devemos ter compaixão e perceber a dor do outro. Mais importante do que o que se diz é a forma que se diz”, finalizou.


Data: 28.12.2018


 




     

 

 

 

 


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