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Aimorés (MG) - Farmacêutica do HSJSC em capacitação sobre medicamentos estratégicos
 


 

A farmacêutica bioquímica do Hospital São José e São Camilo, Sinéia Ramalho Bohrer, participou no último dia 31, de Capacitação Técnica sobre Medicamentos Estratégicos e diagnóstico laboratorial das doenças tuberculose (TB) e Hanseníase, que aconteceu em Governador Valadares (MG).


A capacitação ocorreu de forma conjunta entre o Núcleo de Assistência Farmacêutica e o Núcleo de Vigilância Epidemiológica da Superintendência Regional de Saúde de Governador Valadares, e contou com a presença de vários farmacêuticos da região.
“O evento teve como intuito ampliar o conhecimento dos farmacêuticos bioquímicos, que são profissionais de grande relevância no que tange ao atendimento e acompanhamento do tratamento de pacientes acometidos por Tuberculose e Hanseníase, e demais atividades técnico-assistenciais e gerenciais da Política Estadual de Assistência Farmacêutica”, destacou a profissional do hospital.



Doença
A tuberculose ainda se configura como um problema de saúde pública. No mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é a doença que mais mata no mundo. Estima-se que em 2014 ocorreram cerca de 9,6 milhões de casos da doença. Desse total, 80% estão concentrados em 22 países, sendo que o Brasil ocupa a 18ª posição nessa classificação. A mortalidade por tuberculose ainda apresenta números alarmantes. Em 2014, no mundo, um milhão de mortes foram atribuídas à doença e, no Brasil, esse número foi de cerca de 4.400.


Tratamento
A tuberculose pode ser prevenida e curada quando tratada. “Foi discutido e repassado os avanços tecnológicos para detecção, diagnóstico, coinfecção TB-HIV, monitoramento e o acompanhamento de casos de tuberculose drogarresistente”, explicou Sineia Ramalho. Também repassado a necessidade de os profissionais acompanharem os pacientes em todas as fases do tratamento, com ênfase no Tratamento Diretamente Observado (DOT), que é quando o profissional de saúde observa o paciente ingerir os medicamentos. A esperança é que esse mecanismo ajude a diminuir as taxas de abandono, que chegam a 10% no Brasil. “Para as crianças, houve a apresentação de um medicamento com sabor mais agradável. E, além disso, há a perspectiva de novos marcadores que permitam fazer exames em outros materiais, que não o escarro”, sintetizou a farmacêutica bioquímica.

Data: 08.08.2018


 
     

 

 

 

 


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