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Taubaté (SP) - 1º Simpósio de Doação de Órgãos é sucesso no HR
 


 

Com o tema ‘Sem doador não há transplante’, a primeira edição do Simpósio de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes reuniu profissionais renomados para a discussão no Hospital Regional do Vale do Paraíba. Mais de 60 pessoas acompanharam o evento, que aconteceu no dia 14 deste mês.


A abertura foi feita pelo Enfermeiro Felipe Moreira, idealizador do evento, e abordou as boas práticas no trabalho da Comissão Intra-Hospitalar de doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT). “É importante ter um sistema bem organizado dentro da instituição de saúde, por isso não adianta só falar sobre doação sem fazer um processo de acolhimento com a família. Aqui no HR fazemos esse acompanhamento assim que retiramos a sedação do paciente”, explicou. Além disso, Moreia também falou sobre a criação de protocolos, fluxos e indicadores para a doação de órgãos no Hospital Regional. “A nossa região é notificadora e doadora, assim garantimos qualidade e segurança no processo” finalizou.


Depois foi a vez da Dra. Márcia Gomes, Coordenadora da UTI do HR e membro do CIHDOTT falar sobre aspectos éticos e legais no processo de doação. Dra Márcia fez alguns questionamentos para a plateia sobre o tema, e posteriormente, explicou as principais leis e normas sobre a doação no Brasil. Em seguida o Diretor Médico Corporativo e Coordenador do CIHDOTT-HR, Dr. Caio Soubhia Nunes, tratou sobre o diagnóstico de morte encefálica. “Após o óbito não vamos mais precisar dos nossos órgãos, por isso falamos para o paciente expressar em vida a sua vontade de doar órgãos e salvar outras vidas”, observou.


A 4ª palestra da manhã ficou por conta do Médico Intensivista do HR, Dr. Jorge Roberto Castanheira, que falou sobre a manutenção hemodinâmica e ventilatória do potencial doador. E para finalizar, o simpósio contou com a presença do Coordenador de Procura de Órgãos de Campinas, Dr. Luiz Antônio Sardinha, que tratou do tema ‘Entrevista Familiar: como falar da doação de órgãos’. “A noticia do óbito é uma informação que afeta de modo definitivo a perspectiva de futuro dos familiares, por isso é importante avaliar o estado emocional e psicológico da família, ser realista e evitar a tentação de minimizar no momento de dar a notícia”, explicou o médico. O coordenador destacou que o mais importante é ter respeito pela decisão da família sobre a doação. “É muito difícil conseguir um doador, pois são muitas variáveis, por isso não devemos julgar de maneira nenhuma a decisão da família”, finalizou.


Foto: Públicou compareceu em grande número no Salão Nobre do Hospital Regional


Data: 25.09.2017


 


O Coordenador de Procura de órgãos de Campinas, Dr. Luiz Antônio Sardinha


O Diretor Médico Corporativo do HR, Dr. Caio Soubhia Nunes, também participou do evento


O Enfermeiro Felipe Moreira, responsável pelo simpósio

     

 

 

 

 


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