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Dimensionamento de pessoal na Enfermagem é tema de encontro no Coren em Belo Horizonte
 


 

O dimensionamento de pessoal na área da enfermagem deve suprir as necessidades de assistência prestada direta ou indiretamente pela equipe de enfermagem no ambiente hospitalar e deve prever a quantidade de funcionários por categoria. Para abordar o tema, o Coren-MG promoveu, de 21 a 23 de março, o Seminário de Dimensionamento de Enfermagem. O evento foi realizado nos auditórios do Coren-MG e do Instituto Metodista Izabela Hendrix e contou com a participação dos Hospitais Camilianos do Vale do Aço como forma de aprimorar conhecimentos técnicos sobe o tema.

O conteúdo do seminário foi baseado na Resolução Cofen 527/2016, que altera parâmetros para dimensionamento de recursos humanos em enfermagem, com muitas especificidades relacionadas com o perfil do serviço de saúde. Para orientar os participantes quanto aos pontos críticos, cálculos, métodos e necessidade de implementação da Resolução, foi convidada a professora do Departamento de Orientação Profissional da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, mestre na área de Administração de Serviços de Enfermagem e doutorado em Enfermagem, Fernanda Maria Togeiro Fugulin.

Entre os temas da programação estavam: Panorama de Recursos Humanos no cenário de Saúde, Concepções histórico-metodológicas do dimensionamento de profissionais de enfermagem e Dimensionamento pessoal de enfermagem – Aplicação de métodos e instrumentos/Resolução Cofen. Os enfermeiros também participaram de uma discussão sobre conquistas, limites e desafios do dimensionamento de profissionais de enfermagem.

De acordo com Fernanda Fugulin, a competência para o dimensionamento consiste em apreender o significado do quadro de pessoal e das variáveis intervenientes na operacionalização dos métodos de dimensionamento. “O dimensionamento identifica as implicações técnicas, legais, sociais, éticas e políticas que interferem na determinação do quantitativo e qualitativo de profissionais”, disse.

Autoridade no assunto, a enfermeira também apresentou o contexto de trabalho em saúde. Ela citou a “Declaração de política de recursos humanos em saúde”, que aponta que no cenário mundial persiste o baixo investimento em recursos humanos em saúde. “Além disso, existem discrepâncias fundamentais entre a oferta e a demanda de profissionais de saúde, o planejamento do RH é frequentemente enfraquecido por intervenções descoordenadas, com foco na doença e não na prevenção, e a adoção e implementação de políticas eficazes continuam deficiente e desiguais. Como consequência, há grave escassez de recursos humanos, bem como deficiências na sua distribuição e desempenho”, completou Fernanda Fugulin, citando o estudo.






Data: 31.03.2017


 
     

 

 

 

 


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